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 Chevallier [G - Shota-con - Lime]

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Marie
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MensagemAssunto: Chevallier [G - Shota-con - Lime]   Sab 5 Jul 2008 - 15:00

Bom, to postando só pra ver se eu continuo, se gostarem, comentem ;* [Não sei se a classificação vai continuar ou se vou apimentar mais a fic ;D]

Capítulo 1 - Chevallier

Nenhuma família parecia tão solene quanto os Chevallier, anos atrás moravam todos juntos, porem quando Dona Corinne morreu, seus filhos dispersaram morando em casas próprias, com exceção de Bernard, sua mulher Desireé, seus filhos Gabriel e Luc, e seu irmão Marcell, com apenas um filho Carlos. Marcell era um típico vagabundo, vivia as custas do irmão, era um amante típico, de qualquer hora mesmo. Seu filho Carlos não ficava atrás porem era um pouco diferente, ele amava garotos, em especial um, não tão garoto assim, uma criatura boemia, fria, grosseira, absolutamente detestável, não para Carlos. O desejo sempre falava mais.

– Lucas, eu não sei se eu posso resistir.

A voz do outro lado do telefone parecia tremer, Carlos podia sentir os olhos de Lucas encherem de lágrimas, mas ele ainda não havia conseguido o que ele queria, e ele tinha que tentar, apenas se declarar para Lucas não era suficiente, Lucas teria que fazê-lo, ouvir o amigo implorar pelo amor de Carlos era um passo rumo ao seu desejo.

Vamos... só falta você Lucas, não me deixe pra trás – Carlos pensava enquanto ignorava tudo que o amigo dizia.

Carlos, eu posso te ver hoje?

Isso Lucas, claro que pode.

– Não tenho certeza se posso sair, passa aqui em casa?

– Claro! – Carlos percebeu Lucas tentando disfarçar a emoção que lhe acometera, não queria dar tanto na cara que o amava, os dois continuavam nesse jogo de gato e rato, de quem se confessa primeiro.

Carlos sabia que Lucas o amava, mas também sabia que seu pai não o aceitaria, mas de alguma forma, ele faria o pai o aceitar. Ele não desistiria tão fácil desse amor.

– Carlos, seu amigo chegou!- Disse a empregada Cristinne, sempre sorridente. Como ele a detestava, ela era tão patética, tão cínica que dava nos nervos.

– Pede pra ele entrar Cristinne.

– Sim senhor.
Carlos nem se movera, permaneceu deitado, alisando sua guitarra e olhando para o teto.

– Carlos?... Carloooos?!

– Ah! Oi Lu, pode entrar. – Carlos sorriu e apontou a poltrona ao amigo, Lucas preferiu sentar na cama, pertinho de Carlos. – E então? Sobre o que quer falar?

Lucas ficou pálido, ver Carlos deitado na sua frente, tão lindo, tão sereno era mais do que ele conseguia agüentar, ele não queria dar rodeios, não seria capaz de esperar mais nenhum minuto. Ele inclinou levemente e sorriu.

– Queria falar que... que eu te amo.

Carlos já esperava aquilo, mas mesmo assim enrubesceu, ele puxou Lucas e deu-lhe um beijo.

I like where we are, When we drive, in your car I like where we are.... Here
Cause our lips, can touch And our cheeks, can brush Our lips can touch here
Well you are the one the one that lies close to me Whisper's hello I miss you quite terribly I fell in love, in love with you suddenly Now there's no place else I could be but here in your arms


A língua quente de Carlos invadindo sua boca era muito mais do que Lucas queria, as mãos, do agora não tão amigo explorando cada parte do seu corpo, as pontas gélidas dos seus dedos causando calafrios era tão bom, tão extraordinário que ele não queria que acabasse. Mas acabou.

– Eu também te amo Lucas

Lucas pode sentir seu coração disparar, fitou Carlos e o enlaçou em seus braços.

– Carlos, fica comigo pra sempre?

Carlos apenas fecha os olhos, esboça o sorriso e responde com um beijo voraz, agressivo, apaixonante.


Capítulo 2 – Confraternizações e cinismo.


Faltavam três dias para o aniversário de Carlos, como de costume, era um dia patético, comum, e ele pretendia passar com Lucas, porém Luc e Gabriel não compartilhavam o mesmo plano, eles sabiam do primo e simplesmente não aceitavam, aquilo afastava os amigos deles, almoçar com o primo, dormir na mesma casa, o preconceito era demais para duas pessoas, e eles adoravam sacanear, o aniversário seria um dia perfeito para acabar com Carlos.

- Pai, sexta-feira é o aniversário do Carlos não é? A gente bem que podia fazer uma festinha surpresa pra ele, acho que ele iria gostar já que o tio Marcell nem abraça ele nas datas especiais. – Disse Luc com um sorriso lindo, o pai sabia que Luc não era boa pessoa, mas esse tipo de coisa merecia um crédito... Ou não.

- Tão falando de que? – Gabriel indagou, subindo as escadas com uns cd’s na mão

- Da festa que a gente pensou pro Carlos.

- Ah sim, pois é pai, eu conheço umas amigas dele lá da escola, posso chamar elas também, acho que ele vai se sentir feliz, amado sabe?


Luc e Gabriel estavam surpreendendo Bernard, e tanta bondade cegava o pai para as reais intenções dos filhos e sem titubear, ele aceitou.

- Porém, eu vou estar muito ocupado com alguns clientes durante esse mês, conto com vocês para organizarem toda a festa certo?

- Ok – Gabriel sorriu como um anjo, abriu caminho para o pai descer e acompanhou o irmão até o quarto.

- E então Luc, o que você ta planejando?

- Expor...

- Desenvolve.

- Expor a homossexualidade do Carlos em público, quero todos da escola, não, todos não, apenas a Maria Amanda e os amigos dele, a Maria Amanda faz toda a escola saber o que aconteceu.

- Luc, você me enoja... Mas eu adoro – O olhar de Luc brilhava, parecia tão maléfico, Gabriel tinha medo, medo do próprio irmão, medo da reação do pai, medo de Carlos, ele gostaria de desistir, mas sabia que o irmão iria aprontar para ele. Fracos, escorem – Pensou Gabriel e sentou numa cadeira ao lado da cama.

- O que você planeja fazer Luc?

- Não sei, um presente inusitado, no meio da festa, na hora do parabéns, pra todo mundo ver.

- Sex shop?

- Algo mais sugestivo... Um homem... Sabe quem ele namora? Ou alguma bixinha escandalosa que ele já pegou?

- Não... Acho melhor a gente contratar alguém.

É obvio que ele sabia, ele conhecia Lucas muito bem, e alguns outros ex-namorados de Carlos, mas ele não iria contar, não queria tanto assim fazer parte desse plano. Já bastava machucar o primo, ferir outra pessoa não era bem a intenção dele.
Gabriel ligou a televisão e ficou mudando de canal frenéticamente.

- PARA!

- Merda! O que foi?

- Volta alguns canais. Anda!

- Tá, espera.- Gabriel mudou de canal umas cinco vezes e o irmão mandou parar novamente, era um documentário especial sobre o mundo gay. Luc olhava a televisão fissuradamente, cada detalhe, cada pessoa que falava era observada por ele, Gabriel deitou e pensou em uma maneira de livrar Carlos.

-É isso! – Berrou Luc, assustando Gabriel que soltou uma leva de palavrões pra cima do irmão.

- O que? Mas que porra!

- Um Gogo boy, vamos contratar um Gogo boy pra animar a festa.

- Tá... e daí?

- Como assim e daí animal? É um presente para o Carlos, sem dúvida o melhor presente que ele já recebeu...

Porém não em um bom momento não é Luc? – Pensou Gabriel, fazendo cara de aprovação para a idéia, estúpida idéia do irmão.

- Vai deixar na cara que ele é gay, e melhor, na frente de todo mundo!

- Ótimo Luc, mas... e o papai?

- A gente bota a culpa em outra pessoa Gabriel, ninguém precisa saber que foi a gente.

Cristinne sai de trás da porta e se afasta furtivamente, pega o celular e liga para alguem.

Longe dali Carlos se encontrava nos braços de Lucas, que acariciava sua cabeça, fazendo juras de amor, estavam nus, cobertos apenas pelos lençóis da cama de Lucas, aquela situação acalmava Carlos, apesar de ele se sentir aflito, Lucas era tão calmo que transmitia isso para Carlos, era nos braços dele que Carlos se acalmava cada vez que se sentia acuado, triste, agitado ou qualquer coisa do tipo, e quando calmo, Carlos adormecia nos braços de Lucas, hoje não foi diferente. Por sorte, os pais de Lucas dormiriam fora, então. Carlos poderia passar a noite inteira lá.


[Nota: Ainda nem terminei o segundo cápitulo, mas quero saber se ta ficando legal ._. Comentem horrores bgs ;D]


Última edição por Marie em Seg 7 Jul 2008 - 17:26, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Chevallier [G - Shota-con - Lime]   Sab 5 Jul 2008 - 23:48

Pow. . . li até aqui e até agora eu gostei bastante!! haihai
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MensagemAssunto: Re: Chevallier [G - Shota-con - Lime]   Dom 6 Jul 2008 - 23:41

yaoi? medo

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MensagemAssunto: Re: Chevallier [G - Shota-con - Lime]   Seg 7 Jul 2008 - 16:52

Yo!!
Quanta maldade por conta dos primos!!!
Sabe o que podia acontecer? Luc apaixonar-se por Gabriel, entrando em contradição! Então ele sentiria o mesmo que Carlos/Lucas!
haha

Ahhh, Luc e Gabriel são primos de quem? De Carlos ou de Lucas?

Continue postando!!
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Marie
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MensagemAssunto: Re: Chevallier [G - Shota-con - Lime]   Seg 7 Jul 2008 - 17:24

Continuação do Capítulo 2 ;D

Lucas apenas pediu para sua irmã Mônica telefonar para Marcell avisando que Carlos passaria a noite lá, como de praxe, Marcell nem se importou.

No dia seguinte Carlos acordou com os olhos inchados, estava sozinho, sentou e alongou as costas, ficou nessa posição por um momento, lembrou do que havia acontecido na noite anterior e suas bochechas coraram e ficaram quentes, Lucas o fazia sentir tão bem, e aquela havia sido sua primeira vez com ele. Estava procurando suas calças quando Lucas entrou no quarto com uma bandeja de café da manhã.

- Não vai se vestir? – Ele olhou em direção a porta, Lucas estava apenas de bermuda, tinha um sorriso sacana e olhava fixamente para Carlos.

- Ah..erm...É... – Apesar de não admitir isso, Lucas sabia muito bem como deixar Carlos sem jeito, ele ficara mais vermelho e cobriu o rosto com o lençol. Lucas riu e se aproximou da cama, colocou a bandeja no criado-mudo e puxou o lençol, fitou bem Carlos e sorriu.

- Eu ia me vestir sim ta, é que...


Lucas o calou com um beijo

M..Ma... Eu te amo – Era tudo o que se passava na mente de Carlos enquanto a língua de Lucas invadia sua boca, passando por cada centímetro em um movimento calmo, terno. Carlos correspondia, porém era mais violento, mais agressivo, acariciava as costas de Lucas, lentamente o lençol que estava enrolado na cintura de Carlos ia caindo, ele puxou Lucas e o jogou na cama, lentamente foi lambendo e mordendo o pescoço de Lucas, ia descendo, explorando cada centímetro com sua língua quente, mordiscava e arranhava seu torso, parou na altura dos peitos, chupava e mordiscava um dos mamilos enquanto acariciava o outro com a mão esquerda, a direita ia descendo pelo corpo de Lucas, deixando marcas de unha, Carlos sentia Lucas tremer, ouvia gemidos e ficava cada vez mais excitado, voltou a descer lambendo e mordiscando a barriga de Lucas, suas mãos agora desabotoavam o bermudão de Lucas, que levantava o quadril para ajudar remover a peça.
E num passe de mágica os dois se encontravam nus novamente, Lucas olhava ternamente para Carlos deitado em seus braços, aqueles momentos eram tão intensos que Carlos perdia a noção de tudo, adormeceu. Quando abriu os olhos novamente, viu Lucas recolhendo o pote de Nutella do chão, estava novamente de bermudão, já eram quatro da tarde e Carlos devia ir pra casa, levantou e disse a Lucas que o amava, se vestiu e abraçou o namorado, os pais de Lucas já estavam pra chegar, então ele tinha que sair logo, se beijaram mais uma vez e Lucas levou Carlos até a parada de ônibus.

Enquanto isso, na casa dos Chevallier, Luc e Gabriel planejavam os detalhes da festa, música, bebidas, gogo boys, Maria Amanda e outras coisinhas ínfimas. Carlos chegou, os primos jogaram os papéis em baixo do sofá e voltaram a jogar vídeo-game, a sala era um poço de palavrões, um atrás do outro, Carlos odiava isso, entrou no quarto e foi tomar banho, ainda estava aflito, sempre que chegava em casa tinha a sensação de que algo ruim ia acontecer... Isso deveria ser uma certeza.
A água quente acalmava Carlos, cada gota produzia um som, e essa música o deixava com sono, saiu do banho e dormiu.

Agora faltavam apenas oito horas para o aniversário, era sábado então todos acordariam tarde, era o que Carlos pensava, Luc e Gabriel estavam buscando as encomendas e deixando na casa da vizinha, ligaram para Bia tirar Carlos de casa durante a tarde inteira, ela não gostava muito de Luc, mas como Gabriel pediu com jeito, ela acabou cedendo. Logo que Carlos acordou, viu 5 ligações de Bia e retornou. Ela o chamou para ir ao shopping comprar roupas, Carlos adorava ir ao shopping com Bia, era seu passatempo preferido, tirava ele da monotonia e ela era tão engraçada, eles ficavam por horas no shopping decidindo a sexualidade alheia, imitando o estilo e imaginando as perversões das pessoas que sentavam ao lado.
Os preparos para a festa estavam a mil, a família inteira ajudava, alguns amigos de Carlos, Luc sempre sorria, na sua mente só imaginava a cara que Carlos faria quando Harisson, o Gogo boy chegasse, ele não odiava tanto assim o primo, mas maldades eram necessárias.

- Nossa, já são oito e meia, to muito cansada Carlos, vamos pra casa?

- Ahh... Ok Bia.

- Carlos... eu posso ir pra sua casa? O namorado da minha mãe foi passar o dia lá hoje, não me sinto bem perto dele.

- Claro amiga, dorme no meu quarto se você quiser – Carlos fez uma cara de sedutor e abraçou Bia

- Ahhh se você não fosse gay hoje eu sairia grávida! – Disse Bia sorrindo e puxando o amigo para a saída do shopping. Enquanto esperavam o ônibus Bia mandou uma mensagem para Gabriel falando que acabaram de sair do shopping.

- Eles estão vindo! – Gritou Gabriel, fazendo todos se apressarem com os balões, bolos, salgadinhos e refrigerante. Marcell não estava em casa, e nem atendia o celular. Luc se prontificou para tentar ligar.

- Eu falo com ele! – Gabriel sabia que na verdade Luc ia ligar para Harisson. – Vamos ver como você se sai Luc. -Pensou Gabriel, com um sorriso maligno, correspondido pelo irmão.

- Alguém apaga as luzes!

Luc subia a rua abraçado com Bia, carregavam várias sacolas, chegaram na frente da casa, estava tudo escuro, Carlos foi entrando e conversando com Bia.

- Acho que eles saíram, melhor não é Bia... Você pode me dizer o que está acontecendo

- Acontecendo? Huh?

- Entre você e o namorado da sua mãe, porque você nã...

- SUURPREESAAAAA! – Falaram todos em coro, Carlos soltou as sacolas e tampou a boca, Bia o abraçou

- Feliz aniversário! Espero que não fique com raiva.

- Ai Bia sua safada! – Todos vieram abraçar Carlos, ele correu os olhos pela sala mas não encontrou Lucas, pareceu desapontado. Bernand achou que Carlos sentira a falta de Marcell, abraçou o sobrinho e disse que o pai dele não pudera ir.

- Tudo bem tio, obrigada.

Todos aproveitavam a festa do melhor jeito possível, alguns dançavam, outros bebiam, outros se empanturravam, alguns nerds jogavam vídeo-game no quarto de Gabriel, havia também uma mesa de poker, e os mais velhos ficavam lá fora conversando sobre negócios. As meia noite em ponto Luc pediu para o DJ anunciar que iam cantar parabéns, todos se reuniram na sala principal, Carlos odiava essa parte, ele sempre ficava sem jeito, hoje mais ainda. Luc ficou na porta vendo quando o Gogo Boy ia chegar, quando terminaram de cantar parabéns, e Carlos ia entregando o primeiro pedaço Harisson chegou, Luc o apressou.

- Talvez você queira dar o primeiro pedaço pra mim... – Todos olhavam para Harisson,
Gabriel ficou aflito, aquela era sua deixa, e ele não sabia o que falar. Era a chance de ele salvar Carlos e ele não sabia o que fazer. Ele era sem dúvida um idiota, uma marionete de Luc, enquanto Gabriel se torturava Harisson se esfregava de qualquer maneira em Carlos, todos ficaram estáticos, menos Maria Amanda, pegou seu celular, tirou uma foto e mandou para praticamente toda a escola. Gabriel gritou:

- Carlos, esse presente veio por Luc, ele não suportou sua rejeição, seu primo te ama! – Luc ficou vermelho na hora, atravessou todo o salão e deu um murro no irmão, caiu por cima dele e eles começaram a brigar, logo apartaram a briga, Gabriel sabia que não ia ser perdoado, sua boca jorrava sangue, mas ele se sentia bem, se sentia livre enfim do irmão, aquela fala ridícula não era o que ele planejara durante toda a manhã, mas serviu mesmo assim. Luc se soltou de quem o segurava e saiu pela porta, ninguém mais sabia o que fazer, o DJ voltou a tocar a música e Maria Amanda mandou outras mensagens.
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MensagemAssunto: Re: Chevallier [G - Shota-con - Lime]   Ter 8 Jul 2008 - 22:23

:>.<:

Que maldade!!! Que maldade!!!
Eu não sabia que Luc amava tanto assim Carlos!! hihihi
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MensagemAssunto: Re: Chevallier [G - Shota-con - Lime]   Qui 10 Jul 2008 - 13:15

Boom, esse cap faz com que a fic agora seja nc-17 .__.

Enjoy ;*

Capítulo 3 – Estáticos.

Ninguém comentava nada sobre o acontecido na festa havia duas semanas. O máximo que era falado naquela casa era um bom dia, e aquilo estava massacrando todos, geralmente ficavam separados, e Marcell ainda tentava forçar uma reunião de família.
A coisa ia ficando cada dia mais insuportável, e a casa mais morta, Gabriel sentia uma culpa tão grande, observava todos da casa procurando uma brecha para pedir perdão, Luc não olhava na cara de ninguém, e Carlos só era visto raramente, saia muito cedo e voltava tarde da noite, quando não dormia fora, Desireé era a única que tratava os filhos como se nada tivesse acontecido, Bernard estava extremamente frio, e olhava, principalmente para Luc com uma raiva colossal, completamente diferente da que ele sentia quando os garotos aprontavam outro tipo de travessura.

Eram duas da manhã quando Carlos chegara em casa, a porta do quarto do pai estava semi-aberta, ele sentiu vontade de entrar e dizer o que estava sentindo, mas não conseguiu, entrou em seu quarto e foi para o banho. Quando saiu se assustou com um vulto em seu quarto, era tio Bernard, estava de costas.

- Carlos, posso falar com você?

- Claro... – Carlos jogou a toalha na cama e vestiu uma cueca, ele ficava uma gracinha de cueca, seu corpo esguio ficava ainda mais feminino. Sentou na cama e esperou as palavras do tio.

- Eu queria te pedir perdão pelo o que Luc fez... E pelo o que Gabriel fez também – Bernard disse se aproximando do sobrinho, sentou ao lado dele na cama e prosseguiu. – Eles me falaram que queriam planejar uma festa para você se sentir amado, feliz... Eu fui tolo e acreditei, eu devia ter me metido mais, até parece que eu não conheço meus filhos, perdão Carlos, não se sinta mal. – Bernard abraçou Carlos, o peito do tio era tão grande, tão quente, Carlos apertou o rosto contra ele, a iluminação da rua era fraca, porém fazia da cena um tanto quanto romântica, Carlos olhou para Bernard com um olhar extremamente feminino. A cabeça de Bernard rodava, ele estava sentindo algo estranho, gostava do sobrinho, gostava mais ainda daquele momento, não sabia o que fazer, não conseguiria se livrar daquilo, devagar foi se aproximando do rosto de Carlos e fechou os olhos.

Baam

Alguma porta bateu, os dois se separaram rápidamente.

- Er... Depois a gente conversa. – Bernard disse levantando e saindo do quarto, sua cabeça girava, como ele pode ter feito aquilo, Carlos era seu sobrinho.

Carlos estampou um sorriso e se jogou na cama. Vamos a fase dois então, ele pensou, fechou os olhos porém demorou a dormir.

No outro dia foram os primeiros a acordar Cristinne serviu o café da manhã pros dois e foi terminar de arrumar a casa, Carlos olhava fixamente para o tio, que nem levantava a cabeça, ou quando levantava, tentava se esconder atrás do jornal. Carlos murmurou alguma coisa que Bernard pensou entender: “Eu queria que tivesse terminado.” Ele corou na hora, sentiu os pés quentes do sobrinho roçarem em suas pernas, Desireé apareceu na copa, beijou o marido e sentou ao lado dele, se serviu, Carlos continuou o movimento, com um sorriso no rosto deu bom dia a Desireé, Bernard nem se movia, estava ficando excitado com aquela situação, ele sentia isso, recolheu as pernas, nesse momento Luc entrou e sentou ao lado de Carlos, que se levantou e saiu, sem nem ter terminado, Desireé deu bom dia para o filho e o serviu. Quando Bernard terminou seu café da manhã, subiu correndo e abriu a porta do quarto de Carlos, estava vazio, a cama estava feita, ele havia saído, foi uma decepção, ele não queria agüentar o dia inteiro, pegou o celular e tentou ligar para Carlos.

- Alo?

- Carlos eu... eu preciso te ver.

- Vai pro escritório agora?

- Sim, pode me encontrar lá?

- Claro, chego lá em meia hora.

- Certo.

Bernard vestiu seu melhor terno, se produziu todo, passou perfume, fez a barba, penteou os cabelos, estava lindo, beijou a mulher e saiu correndo. No escritório cada minuto parecia uma tortura, faltavam 5 minutos, mas pareciam uma eternidade, tentou pegar alguns casos para ler, mas não conseguia prestar atenção em nada, tomou um café e tentou relaxar, pegou um cigarro com William, seu assistente e foi lá fora fumar, quase teve uma crise de tosse, ele não sabia fumar, nunca tinha fumado antes, mas precisava de alguma coisa para relaxar.

No centro da cidade, Carlos tentava falar com Lucas, porém ele não atendia. Desistiu, pegou um ônibus e foi para o escritório do tio.

Carlos estava 3 minutos atrasados, Bernard não tirava os olhos do relógio, e cada minuto o deixava mais aflito, a fala que ele tinha decorado foi esquecida, ele não sabia o que fazer, só esperava.
Toc toc toc.

- Entra.

Era William, Bernard desanimou na hora.

- Tem alguém lá em baixo querendo falar com você, posso autorizar?

- Quem é?

- Carlos Vieira.

Carlos Vieira Chevallier, o meu Carlos. Pensar nisso fez Bernard enrubescer. Ele apenas afirmou com a cabeça, pegou uma xícara de café, levantou e tentou agir naturalmente, como se aquela meia hora não o tivesse matado, ficou procurando livros na estante até a porta abrir.

- Tio?

- Que bom que você veio. – Disse Bernard, ainda de costas, ouviu Carlos fechar e trancar a porta e se aproximar lentamente, esperou até que seus corpos estivessem bem próximos, colocou a xícara na estante e virou subitamente agarrando o sobrinho.

- Eu não consegui dormir. – Carlos sorriu e enlaçou Bernard, o beijando docemente. Bernard guiou Carlos até sua mesa, derrubou tudo e jogou o sobrinho em cima, tirou o terno e afroxou a gravata, subiu por cima do leve corpo do sobrinho.

- Eu nunca pensei que isso fosse acontecer, mas agora eu não consigo mais parar.

- Então não pare... – Carlos o puxou pela gravata, mordeu seu lábio e começou a desabotoar-lhe a camisa. Bernard ia se excitando cada vez mais, e quando percebeu eram dois corpos nus em sua mesa, Carlos era tão esguio, tão frágil que parecia que ia quebrar, Bernard começou a penetrá-lo devagar, Carlos arranhava suas costas e gemia baixinho, Bernard aumentava a intensidade, mordia e chupava os mamilos de Carlos que gemia cada vez mais alto, e deixava belas marcas de unha nas costas de Bernard, Bernard não suportava mais, tirou e acabou ejaculando na mesa. Carlos respirava ofegante, abaixou e lambeu toda a mesa, aquilo excitou novamente Bernard, Carlos o jogou na cadeira e começou a lamber seu torso, o masturbava ao mesmo tempo fazendo uma sincronia perfeita entre a mão e a língua, desceu e começou a chupar devagar Bernard gemia e segurava com firmeza os cabelos de Carlos, ele ia cada vez mais rápido.Bernard não estava mais suportando.

- E...eu... Car...

Bernard pode sentir, Carlos também, Bernard ficou vermelho na hora, não era a intenção dele, Carlos deu um sorriso de lado, subiu e beijou o tio, os dois sentiam aquele gosto, aquele calor, apesar de sentir uma leve repugnância, Bernard gostou.

Bernard ainda estava semi-nu, apenas assistia Carlos se vestir.

- Posso ir ao seu quarto hoje à noite?

- Vou dormir com Lucas.

Bernard ficou furioso, era ciumento, Carlos pode perceber, sentiu de certa forma uma satisfação. Bernard levantou e agarrou Carlos por trás.

- Pensei que agora você fosse só meu...

- E você é só meu?

Bernard o soltou na hora, pensou em Desireé, Luc, Gabriel, ele tinha uma família, e ele esquecera tudo isso, sentou de novo em sua cadeira, escondeu o rosto entre as mãos. O que eu fiz, mas que merda. – Ele pensava enquanto Carlos se preparava para sair.

Carlos parou na porta, voltou e sussurrou:

- Você foi ótimo. – Deu um beijo nas mãos do tio e saiu sem esperar resposta.
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MensagemAssunto: Re: Chevallier [G - Shota-con - Lime]   Hoje à(s) 3:03

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Chevallier [G - Shota-con - Lime]
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