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 Entrevista com Atrizes pornôs

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Knuckles
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MensagemAssunto: Entrevista com Atrizes pornôs   Dom 3 Ago 2008 - 23:39

Elas são as estrelas -e a minoria- num universo bem masculino. A indústria pornô, que movimenta 60 bilhões de dólares por ano no mundo, ainda é produzida por homens, para homens. No Brasil, não existe sequer uma roteirista mulher. Há pouquíssimas diretoras, quase todas ex-atrizes. Aqui, três mulheres do meio respondem à questão: onde é que elas entram nesse filme?
















A ganhadora do Oscar
Aos 10 anos, Mônica Mattos descobriu um segredo de seus pais: uma fita de vídeo pornô, debaixo do colchão da cama do casal. Bastou ficar sozinha em casa para a menina ver a fita proibida. 'Era o filme sobre um grupo de amigas casadas que, quando os maridos saíam, aprontavam. Fiquei impressionada porque era criança. Mas lembro que achei as mulheres lindas, e os homens horrorosos', diz Mônica, hoje com 24 anos. Catorze anos depois, aquela menina é a primeira mulher brasileira a ganhar o prêmio AVN (Adult Video News), o Oscar do segmento pornô, na categoria atriz estrangeira.

O ar angelical e o corpo mignon de 47 quilos, porém, em nada combinam com a biografia da atriz famosa por cenas de 'garganta profunda' e DP (dupla penetração). No filme 'Devassa', que lhe rendeu o 'Oscar', Mônica é uma mulher sem limites, capaz de fazer sexo com quatro homens ao mesmo tempo, em cima de uma mesa de sinuca. Parece surpreendente, até ela responder a uma pergunta básica da reportagem: Qual cena você mais gostou de fazer, e qual mais detestou? 'A que eu mais gostei foi quando transei com 15 homens ao mesmo tempo', diz, com a naturalidade de quem conta que foi a uma balada e deu uns beijinhos. Ela explica por que gostou: 'Porque dei conta de todos eles. Quando terminou, pensei: consegui!'.

Antes de responder à segunda parte da questão (o que ela teria detestado?!), ela diz como consegue enfrentar esse tipo de maratona sexual. 'Para cenas de sexo anal, tomo relaxante muscular e uso xilocaína. Dói no começo, depois é psicológico. Muito do meu sucesso é porque não demonstro estar sentindo dor ou desconforto', diz.
Dentro de um figurino digno de Oscar -longo rosê e maquiagem discreta-, Mônica conta que não foi receber o troféu pornô, em Las Vegas, por falta de patrocínio. Um amigo trouxe na mala a estatueta: um retângulo de acrílico sobre base prata. Como no Oscar original, o prêmio dá um upgrade na carreira. O cachê, que na área é calculado por cena (uma situação, do começo ao gozo) gira em torno de R$ 600. Mônica, hoje, pode ganhar até R$ 3 mil.

Também não precisa fazer certas coisas, como a polêmica cena de sexo oral em um cavalo, que a projetou no começo da carreira. 'Fiz por impulso. Me ofereceram o triplo do cachê. Mas depois passei mal, vomitei, foi punk.'

Mônica fala olhando nos olhos, e tem um olhar ardido, que só muda de rumo, e parece marejado, quando o assunto é família. Filha de um eletricista e uma dona de casa, ela nasceu em Ferraz de Vasconcelos (município paulista) e, como muitas garotas do metiê, começou fazendo programa. Os pais estavam separados, mas continuavam sob o mesmo teto, com as duas filhas. 'Era briga todo dia, e meu pai não saía de casa. Eu queria tirar minha mãe dali', diz. Aos 18 anos, depois de uma única experiência sexual (a perda da virgindade com um namorado), Mônica se jogou numa boate, a R$ 150 por cliente. 'Em uma semana, aluguei uma casa.' Na boate, pintou o convite para o primeiro filme. 'Ganharia o dobro, e sem precisar seduzir...'

'Em cena, o sexo é mecânico. Acontece de eu gozar, mas é raro. Tenho de me concentrar muito'

Com o tempo, ela diz que deixou de fazer programa. 'Mas saí da boate como a mais disputada da casa', sublinha. Aos 20, Mônica se apaixonou por um stripper, que também virou ator pornô. Viveram juntos quatro anos. E ela jura que, mesmo gravando o dia todo, muitas vezes chegava em casa e ainda transava com o marido. 'É diferente gravar e ter prazer. Em cena, o sexo é mecânico. Acontece de eu gozar, mas é raro. Tenho que me concentrar. Em casa, entre quatro paredes, posso relaxar', diz. Mas o parceiro que não espere a performance da atriz. 'Não gosto de sexo anal nem de dupla penetração. Dói muito.' O que a excita, de verdade, é sexo oral. Talvez a razão pela qual hoje se considere bissexual. 'A maioria dos homens não sabe fazer sexo oral. As mulheres pegam mais leve, sabem os movimentos', diz.

Mônica diz que desde a separação, 'por ciúmes dele', há cinco meses, está sem sexo. 'Gravação não conta.'( [kviraolho] ) Na vida pessoal, calcula ter transado com 15 homens -e amado dois. Na carreira, fez sexo com mais de 100. 'Estou cansada', diz. 'Às vezes acordo e, quando penso no que vou ter que fazer, não sinto vontade de sair. Daqui a uns dois anos, quero virar diretora.'

No tempo livre, Mônica se refugia no interior, onde construiu uma casa para a mãe, que, a pedido da filha, nunca viu seus filmes. 'Quando estou triste, corro para lá e dormimos abraçadas', diz ela, que gravou 'mamãe' em uma de suas nove tatuagens. A irmã, funcionária de uma pet shop, namora firme e fica boba ao assistir à performance de Mônica. O pai? 'Nos vemos pouco e ele nunca perguntou o que eu faço.'









'Saber que ele era um profissional do sexo me deixou excitada. Ele notou e entrou na minha. Eu me realizei'











A novata exibicionista
Em seu primeiro dia de trabalho, Luciana Ribeiro fez sexo com mais homens do que em toda a sua vida. Aos 32 anos, dois casamentos, ela contabilizava apenas os dois ex-maridos no histórico sexual. Em janeiro de 2008, na pele de Cameron Brasil, Luciana fez quatro cenas de sexo explícito, com três homens diferentes. E achou a rotina mais excitante do que a da vida de funcionária de uma empresa, que levava até então. 'Das quatro cenas, gozei em três', diz a novata, empolgada.

Loira de seios siliconados e pernas longas, Luciana costumava ouvir uma cantada recorrente: 'Nossa, como você se parece com a Cameron Diaz!'. Tanto falaram, que ela foi parar na coluna de sósias de uma revista, e num programa de TV sobre o tema. 'Sempre tive um lado exibicionista', diz. O anúncio do teste para um filme pornô, entre seus e-mails, despertou a fantasia. 'Fechei logo a página, mas fiquei pensando... Quando era casada e via filmes pornô, gostava de me imaginar no lugar da atriz. Resolvi arriscar.'

Uma produtora nacional, a Brasileirinhas, logo se interessou pela sósia da atriz hollywoodiana. O primeiro filme de 'Cameron Brasil', não por acaso, se chama 'Quem Vai Transar com Mary?' -paródia do sucesso de Cameron Diaz, 'Quem Vai Ficar com Mary?'. No dia da gravação, porém, a Cameron tupiniquim tremia sem parar. Mas, quando um dos atores chegou, ela se soltou. 'Saber que ele era profissional do sexo me deixou excitada. Ele notou e entrou na minha. A coisa aconteceu de verdade. Fiz até sexo anal, pela primeira vez. O ator era experiente e me ajudou. Mesmo com dor, realizei uma fantasia', diz.

'Depois das gravações, me senti péssima. Pensava: vou ficar solteira, nenhum homem jamais vai querer
saber de mim '



Depois das filmagens, porém, veio a ressaca. 'Passei uma semana arrasada', diz. 'Eu pensava: 'Todas as portas se fecharam. Nenhum homem jamais vai se interessar por mim''. Seus medos, de certa forma, se confirmaram. 'Na família, só falei do filme para um casal de tios que me criou. Minha tia, mesmo chocada, disse que, para ela, eu continuaria sendo a Luciana. Já meu tio nunca mais falou comigo.'

Mãe de uma menina de 7 anos, que sabe apenas que ela virou atriz, Cameron enfrentou a primeira situação difícil na escola da filha. 'Comentei com ela meu nome artístico. Não devia. Ela contou aos amiguinhos, jogaram o nome no Google, a diretoria me chamou. Disseram que minha filha poderia continuar na escola, mas queriam saber como eu ia lidar com a questão.

Falei que contaria quando julgasse certo.' Na festa junina da escola, outra surpresa: 'Recebi um correio elegante assim: 'Te vi na TV, delícia!'. Fiquei péssima. Aproveitei as férias para mudá-la de escola, mas não sei como será no futuro'.

Depois de dois casamentos terminados em traição -da parte deles-, a atriz continua solteira. Cadastrada em um site de relacionamentos, conheceu um executivo que se dizia apaixonado, até ela contar sobre seu novo trabalho. 'Ele começou a querer passar a mão, a parar em porta de motel. Resisti, e ele sumiu.' 'Separar Cameron de Luciana', como diz a atriz, é o grande desafio -até mesmo para ela. 'Quero alguém que goste da Luciana, mas sei que não vai ser fácil.'

No apartamento de dois quartos, pouco iluminado, a atriz sonha alto. 'Quero um apartamento de R$ 1 milhão', diz. O cachê (não revelado) do único filme parece ter deixado a desejar. Cameron diz que gosta de gastar com produtos de beleza. Já Luciana tem um banheiro sem box, onde se vêem apenas xampus e cremes populares. Entre fantasia e realidade, uma dessas duas mulheres encontrou seu papel. 'No mundo da pornografia, eu me sinto uma estrela. Sou desejada. Muitos têm medo de admitir que uma atriz pornô satisfaz, no fundo, a fantasia de todos.'







A diretora experiente
Imagine a cena: seu marido, tranqüilo, assistindo à TV no quarto quando você chega e diz: 'Preciso te contar uma coisa: fiz um filme pornô'. Foi assim com Helaine Muzy. Aos 19 anos, casada, com um filho bebê, ela aceitou o 'desafio' de um amigo e posou nua para um jornal popular do Rio. Até aí, a ousadia serviu para lustrar o ego do marido, um comerciante da área imobiliária. O que ele não imaginava é que, do ensaio fotográfico, sua mulher pularia para uma fita pornô. 'Fiquei curiosa e fiz, por impulso', ela confessou ao marido. Depois de alguns minutos de silêncio, 'foi aquele desespero'. 'Ele chorou, eu chorei, mas não teve jeito. Eu tinha 'me achado' naquilo, e não queria parar. Ele acabou saindo de casa, mas continuamos nos vendo', diz.

Três anos e dez filmes depois, o último em 1999, Helaine cedeu ao ultimato do pai de seu filho. 'Se eu não parasse, ele me deixaria de vez. Então, fui para trás das câmeras', diz. O filme de estréia se chamava 'As Virgens'. 'A única virgem, ali, era eu, na direção!'

'É comum as atrizes se tornarem lésbicas. E tanto homem, homem, homem, que elas enjoam da coisa'


Hoje, aos 32 anos, a carioca Helaine Muzy é a diretora que assina o maior número de produções (mais de 40), num meio monopolizado por homens. 'Acho que as mulheres ainda não se enxergaram nesse mercado. A maioria encara a coisa como bico', diz. Despachada, Helaine fala rindo, e se diverte ao lembrar episódios engraçados, como o dia em que uma nuvem de marimbondos atacou os atores nas filmagens numa cachoeira, ou quando uma bolinha de pingue-pongue se perdeu dentro de uma atriz. 'Coloquei uma luva cirúrgica e dei um jeito de tirar a bolinha de lá', diz, às gargalhadas.

Há seis anos dona da própria produtora, a Triway, Helaine acredita que o olhar feminino muda tudo, até a maneira de planejar o filme. 'Se a atriz não está se sentindo bem ou reclama de dor, interrompo a cena. E, para fazer sexo anal, escalo apenas as que dizem gostar. Comigo, ninguém faz nada forçado.'

No início, títulos como 'Doce Sedução' e 'O Segredo das Águas', assinados por Helaine, se destacavam por ter uma historinha. 'Mas tive medo de ficar marcada como uma diretora romântica, que pegava leve demais.' Mas, mesmo 'pegando pesado', em filmes com menos enredo, Helaine afirma investir em um diferencial básico: estica as preliminares e inclui mais cenas de sexo oral na mulher do que o normal. 'Às vezes o ator pára no meio das preliminares, eu digo: 'Vamos lá, rapaz, vamos trabalhar...' . Tanto que recebo muitos e-mails de mulheres elogiando meus filmes', diz.

'Tive medo de ficar marcada como uma diretora romântica, então pesei a mão'


Seu jeito de escolher o casting também é peculiar, já que gosta de trabalhar com tipos comuns. 'São faxineiras, cabeleireiras... Quanto menos ela parecer atriz pornô, melhor.' Assim, quando vê uma que leva jeito, oferece um cartão. 'Já me disseram que um dia desses vou levar um tapa. Por isso, chego dizendo: 'Olha, não sou 'sapata', tá? Tenho uma produtora e tal'. A maioria liga menos de meia hora depois', diz.

Helaine também ataca de consultora sentimental. 'Sempre aparece uma querendo fazer um filme para se vingar do marido. Peço para esfriar a cabeça, pensar bem... Até hoje, nenhuma voltou'. Não é à toa que, no set, a chamam de 'tia'. 'Cuido de todo mundo', diz. Helaine só perde a paciência quando os atores fazem o que, no jargão da área, se chama 'vício'. 'Vício é quando os atores se sentem atraídos de verdade, e transam longe das câmeras, às vezes no próprio set. Depois, ficam sem energia para filmar. Aí, eu desconto do cachê!'

Segundo a diretora, é comum atrizes se tornarem lésbicas. 'É tanto homem, homem, homem, que elas enjoam. Imagine o que é uma dupla penetração... Já vi uma atriz tomar oito comprimidos de Dorflex para conseguir filmar', diz. Mas o lado mais duro da carreira, acredita Helaine, é o preconceito. 'Quando comecei, era xingada na rua. Mas sempre levantei a cabeça. É o que digo às meninas: tudo é questão de postura. Se você se comportar como quem tem vergonha do que faz, é assim que será tratada. Eu tenho orgulho do que faço, e hoje sou respeitada', diz. Ao filho de 13 anos, ela não recomenda nenhum de seus filmes.

'Tudo tem sua hora.' Mas acredita que a pornografia tem uma 'função social'. 'Todo mundo tem seus desejos proibidos. A pornografia ajuda a soltar os demônios, ajuda a relaxar', diz.
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Atrizes pornôs   Seg 4 Ago 2008 - 12:06

eu não entendo essas atrizes pornôs -_-
quase todas são jovens e muito lindas em vez de fazer
igual uma garota bonita normal q é achar um boyzinho
e viver a vida de boa sendo bancada por eles mais não
as desgraçadas tem que dar o rabo para um monte de macho
para ganhar a vida ufa
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Frost
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Atrizes pornôs   Sab 9 Ago 2008 - 2:43

ateh entendo..pelo menos assim elas tem autonomia enao devem nada a ninguem..

entendo ateh o fato delas dizerem que querem um relacionamento estavel com um kara que ame elas e talz..se sentirem traidas qdo o kara chifra mesmo dando todo dia (e ateh entendo o fato delas virem com esse blablabla de no trabalho(filmando) nao konta komo traiçao)oq eu nao entendo eh q mesmo elas sendo assim e incompreendidas...e ateh mais proximas do universo maskulino..nao pararem pra tentar entender de verdade os homens...a opiniao delas sobre nos eh bem distante da nossa realidade
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Atrizes pornôs   Sab 9 Ago 2008 - 11:15

Frost escreveu:
ateh entendo..pelo menos assim elas tem autonomia enao devem nada a ninguem..

entendo ateh o fato delas dizerem que querem um relacionamento estavel com um kara que ame elas e talz..se sentirem traidas qdo o kara chifra mesmo dando todo dia (e ateh entendo o fato delas virem com esse blablabla de no trabalho(filmando) nao konta komo traiçao)oq eu nao entendo eh q mesmo elas sendo assim e incompreendidas...e ateh mais proximas do universo maskulino..nao pararem pra tentar entender de verdade os homens...a opiniao delas sobre nos eh bem distante da nossa realidade

cara isso é tudo lorota elas não conseguiram nada na viva e viraram atris =/
resumindo viraram tudin Puta
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Atrizes pornôs   Sab 9 Ago 2008 - 22:23

entao esse blablabla todo delas eh justifikativa pq alem de putas sao moralistas...faz sentido memso
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Atrizes pornôs   Sab 9 Ago 2008 - 22:24

Frost escreveu:
entao esse blablabla todo delas eh justifikativa pq alem de putas sao moralistas...faz sentido memso


Hahahahahaha.... ah coitado

Pô...é um "estilo de vida"
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MensagemAssunto: Re: Entrevista com Atrizes pornôs   Sex 22 Ago 2008 - 15:32

Yukino escreveu:
Frost escreveu:
entao esse blablabla todo delas eh justifikativa pq alem de putas sao moralistas...faz sentido memso


Hahahahahaha.... ah coitado

Pô...é um "estilo de vida"

pq vc não segue ele yuki ficara milhonaria com isso ah coitado
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