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 Mangás são bons conselheiros?

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MensagemAssunto: Mangás são bons conselheiros?   Ter 24 Jun 2008 - 1:24

Vocês acham que os mangás realmente podem acrescentar algo a mais na vida de vocês, além de diversão? Conte aqui sobre algum ou alguns mangás que lhes ensinou uma lição de vida.
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John Constantine
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MensagemAssunto: Re: Mangás são bons conselheiros?   Ter 24 Jun 2008 - 19:17

Devo dizer que isso só depende de vocês. Mas é fato, que grande maioria das pessoas não sente uma verdadeira necessidade dos conselhos que vemos nos mangás japoneses, até por que, ambois são destinados originalmente a cultura japonesa, que devido a alta quantida de repressão e depressão (vide o maior ídice de suicídios do mundo) tentam se equilibrar assistindo animês e mengás.

O que me recorre um pronunciamento de uma mangaka sobre o Moe:

"Mimei Sakamoto, uma das autoras de mangá mais famosas e influentes do Japão resolveu meter a boca no trombone e revelou-se contra a Onda Otaku que toma o arquipélago japonês. Ela deu uma entrevista para a revista de notícias Shukan Bunshun onde explicou sua posição e o fato de ser contra o Moe - uma palavra Otaku promovida pelas empresas que virou mania entre os jovens japoneses. Ela diz que o verdadeiro otaku está sendo transformado pela mídia em um fanático por Moe.
Moe é uma gíria otaku difícil de explicar. Basicamente ela é usada para se referir a alguma coisa ou alguém que os otakus gostam e desejam. É como uma versão masculina da palavra Kawaii, usada pelas meninas japonesas para designar algo bonito de que elas gostam. A explicação é revelada por Kaichiro Morikawa que escreveu um livro sobre Akihabara: "Imagine o sentimento de quando você começa a gostar de uma pessoa pela primeira vez. A paixão toma conta do seu corpo, da sua mente e do seu coração. Isso não tem lógica, é inexplicável. O Moe é a palavra que explica um momento similar a este".
Mimei Sakamoto está reclamando na mídia que a palavra Moe é usada para designar meninas muito jovens, bonitas e submissas e que isso ajuda a enfraquecer a imagem das mulheres japonesas. "Esse fetiche que vocês chamam de `moe` é uma fetiche pedófilo e não é nada mais do que uma perversão... Em outros países, eles diriam que vocês estão fantasiando sobre pornografia infantil e vocês todos seriam presos. Eu estou evergonhada dessas pessoas que se dizem otaku e que na verdade são criminosos que entraram no mainstream e iniciaram essa Onda Otaku" desabafou a autora. Ela ainda revelou que as empresas em busca de maiores lucros estão usando e abusando dos otaku mais do que nunca.
Mimei Sakamoto, uma das autoras de mangá mais famosas e influentes do Japão resolveu meter a boca no trombone e revelou-se contra a Onda Otaku que toma o arquipélago japonês. Ela deu uma entrevista para a revista de notícias Shukan Bunshun onde explicou sua posição e o fato de ser contra o Moe - uma palavra Otaku promovida pelas empresas que virou mania entre os jovens japoneses. Ela diz que o verdadeiro otaku está sendo transformado pela mídia em um fanático por Moe.
Moe é uma gíria otaku difícil de explicar. Basicamente ela é usada para se referir a alguma coisa ou alguém que os otakus gostam e desejam. É como uma versão masculina da palavra Kawaii, usada pelas meninas japonesas para designar algo bonito de que elas gostam. A explicação é revelada por Kaichiro Morikawa que escreveu um livro sobre Akihabara: "Imagine o sentimento de quando você começa a gostar de uma pessoa pela primeira vez. A paixão toma conta do seu corpo, da sua mente e do seu coração. Isso não tem lógica, é inexplicável. O Moe é a palavra que explica um momento similar a este".
Mimei Sakamoto está reclamando na mídia que a palavra Moe é usada para designar meninas muito jovens, bonitas e submissas e que isso ajuda a enfraquecer a imagem das mulheres japonesas. "Esse fetiche que vocês chamam de `moe` é uma fetiche pedófilo e não é nada mais do que uma perversão... Em outros países, eles diriam que vocês estão fantasiando sobre pornografia infantil e vocês todos seriam presos. Eu estou evergonhada dessas pessoas que se dizem otaku e que na verdade são criminosos que entraram no mainstream e iniciaram essa Onda Otaku" desabafou a autora. Ela ainda revelou que as empresas em busca de maiores lucros estão usando e abusando dos otaku mais do que nunca.
"Eu já sou uma otaku crescida. Eu costumava me trancar do mundo. Um Otaku real nunca sai para o mundo porque eles acreditam que nada de bom pode acontecer com eles. Eles acreditam que o mundo lá fora quer pegá-los. Os Otaku de verdade devem trancar-se novamente e se isolar do mundo. O verdadeiro valor de se tornar um Otaku real está na crença de que mais ninguém o entende" revelou.



Bem, vide a última estrofe:

Eu já sou uma otaku crescida. Eu costumava me trancar do mundo. Um Otaku real nunca sai para o mundo porque eles acreditam que nada de bom pode acontecer com eles. Eles acreditam que o mundo lá fora quer pegá-los. Os Otaku de verdade devem trancar-se novamente e se isolar do mundo. O verdadeiro valor de se tornar um Otaku real está na crença de que mais ninguém o entende"

Embora, eu tenha achado a opinião dela quanto ao Moê válida, revelo que fiqueium tanto espantado com esta declaração que de certa forma quebrou um pouco o conceito do texto em si, ainda mais vinda de uma mulher que escreve os mangás para a população em geral.

É sem dúvida um indício da imaturidade do povo japonês, levando em conta também, algumas curiosidades infames, quanto o fato de no japão existirem cursos especializados em ensinar o marido a dizer: "eu te amo".

Fonte do texto citado: Herói.
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MensagemAssunto: Re: Mangás são bons conselheiros?   Sab 5 Jul 2008 - 23:27

bom ...na minha opnião naum... pessoas facilmentes induzidas são envolvidas pelo aquilo que leu ou viu(anime), e sem perceber acaba a pensar oque acontece ...
EX: meu amigo era Ateu, ele é viciado em F.M.A, ... há um episódio que o Eddy fla que naum podemos confiar em algo naum comprovado e sim na ciência ... isso ajudou a ele ser mais Ateu >___>" (isso naum foi comprovado , minha opnião ),
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MensagemAssunto: Re: Mangás são bons conselheiros?   Hoje à(s) 12:39

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