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 hellblazer apresenta: Chapeusinho vermelho.

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John Constantine
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Masculino Número de Mensagens : 148
Idade : 25
Localização : Rio de Janeiro.
Data de inscrição : 22/06/2008

MensagemAssunto: hellblazer apresenta: Chapeusinho vermelho.   Ter 24 Jun 2008 - 21:51

Olá amiguinhos e amiguinhas, cá estou eu novamente, o herói da família internacionalmelte conhecido, o único e impatível John Constantine!
Que merda que foi esta frase né? Pode dizer, provávelmente você está certo.

Hellblazer apresenta:

O ponto de ônibus.

Estou aqui faz uma hora, nenhum sinal de tráfego, e pelo visto nenhum sinal de vida ta,bém. Talvez minha seja que hoje é um lindia dia de sol, e sem misericódia ele queima minha pele britânica sem dó nem piedade. A arides do ar também dá um toque rústico ao local, secando a saliva deminah boca, deixando aquele gosto de remancescente do Rum de ontem conspurcando minha garganta de uma maneira bem poreta. E ao canto, está a me observar meu querido amigo Calango, um verdadeiro companheiro íntimo. Pos então meus companheiros: Bem vindos a américa.

Estou com sono, mergulhado no sedentarismo. Me resta apenas sentar nesta pedra e aproveitar este curto espaço de tempo para lhe contarmais uma história. É algo que aconteceu comigo a um tempinho, algo que eu preferia ter esquecido, mas não deu. Mulher marca a gente as vezes, que nem todo o tratamento psicológico do mundo iria conseguir arrancar a tatuagem. É o carma, o jovem Constantine nunca esquece das merdas que faz, embora isto não signifique que ele não sente vergonha. As vezes.

Tudo começou numa manhça como esta. Não como esta, Londres não é tão quente, nem tão ensolarada, de qualquer maneira eu tinha acaba de caçar o "lobo-mau" e estava meio fodido. Após os momentos de porradaria que tive com aquele caçador de chicas, eu resolvi rasteijar até um lugar legal onde eu poderia beber descer o batente na pinga. De novo.

Cheguei naquela espelunca com a maior pré-ressaca sem alcool que já tive, estava um tanto abalado com os cadáveres das meninas mortas pelo psicopata. Sim, era algo nojento de se ver, mas que já é parte ativa da vida do jovem Constantine. Isso é uma coisa que eu gosto de chamar de "vandalização do carma", porém há algo que ainda me consola. O fato d'eu ser o o único bebeirrão da ára capaz de lidar com esse tipo de coisa. Pode-se dizer que as vezes eu me sinto como um super-herói. Talvez não um super-herói como superman ou lanterna verde é algo mais perto de um Demolidor ou até mesmo um Justiceiro. Eis que chega o vigilante dos esquecidos, o inabalável Constantine Prateado! Tadadadam. Gostei da frase, é a primeira vez esta semana que dou uma dentro. Ou não.

Portanto, voltando ao assunto, lá estava eu sujo e semi-chapado em um pub boêmio no meio de Londes. Seja como for, o local já deveria estar fechado, mesmo assim ainda tinha público. Quanto entrei tropecei em um gordo que estava no chão todo vomitado. Provávelmente foi alugado para alguma despedida de solteiro ou coisa parecida, talto faz, importante é que estava funcionando. Já a pista de dança, embora estivesse vazia ainda parecia viva banhada pelo som de Bee Gees. Foi um verdadeiro embálo de sábado a noite.

Sentei no balcão, queria algo que não foce alcool naquele dia. Sugeri ao Barman que me trouxese um refrigerante e ele riu da minha cara. "Eita miséria, não se pede esse tipo de coisa em um buraco como este rapaz, você veio daonde, jardim de infância?" Disse ele quelogo após me ofereceu um copo de cerveja por conta da casa. Era Cerveja preta. Odeio cerveja preta.

Tomei o primeiro gole, era doce como o caramelo, suave como um copo de leite e rústico como uma salada de pétalas de rossa. Definitivamente, odeio esta maldita cerveja escura. Difícil é acreditar que uma merda como essa pode me embebedar. Deve ser o tempo que andei tomando os BloodMary's da vida, mas que se foda. Continuei tomando a joça da ceverja escura, afinal seria um tremendo desfeito recusar uma bebida grátis, mesmo seja esta cerveja grotesca. Neste exato momento, quase que acidentalmente pus meus olhos na garota que estava domeu lado. Não me lembro do que ela estava bebendo, até me parece estranho querer lembrar disso agora, porém sutilmente ela chamou minha atenção. Na verdade foi seu olhar quem fez todo o trabalho, quer dizer. Ela não era realmente bonita, e de longe era feia. Era aquilo que a gente gosta de chamar de "mais ou menos", mesmo assim eu fiquei preso a uma curiosidade momentânea.

Me acanhei, estava sentindo interesse, mas as lembranças que me ocorrera sempre me ligavam a um passado amoros nada agradável, e também fazia um certo tempo que eu não me via exitado e isso estava me deixando bastante perturbado. Não que eu estivesse brocha, mas foda-se, você intendeu, e não me venha com piadinhas infames se não eu arrebento seu nariz miserável.

Minha cerveja chega ao fim, então já posso ir embora, no entando algo subconsciente me mantem naquele balcão por mais trinta segundos, como se eu estivesse paralisado.foi quando sem meio nem fim ela me disse:
-Olá.
No momento comecei a ter alguns pensamentos relâmpago, não acho que raciocinei bem, só que por algum motivo ilógico, comecei a pensar se talvez ela foce do tipo "promíssua". Sabe, foi uma espécie de suto, algo que me meteu um medo irracional. Um medo que subiu pela minha garganta queimando minha traquéia e saiu pela boca em forma de palavra.
-Err...Oi.-Não foi realmente uma resposta estúpida, mas no momento senti como se foce.
-E então, qual o seu nome?-Perguntou ela novamente, o que me deixou um tanto animado, pos achei que seria possível que ela estivesse digamos... Reconhecendo meu ser.
-Eu sou John, John Constantine. E então... Você vem sempre aqui?-Esta pergunta foi realmente clichê, podem me metralhar, mas mesmo assim ela sorriu.
-Não, não venho aqui todo dia, só passei para afogar as mágoas.
-Mágoas? Algo relacionado a relacionamento? Ops... Desculpe a pergunta.
-Não, não, veio de um homem, mas nada de relacionamento, eu sou lésbica.

Ok, podia não ter ouvido o "eu sou lésbica". Soou pra mim como se eu tivesse recebido o soco de um pugilista que sacudiu meu cérebro dentro da minha caixa craneana me fazendo padecer em meio a um verdadeiro nocaute. Doeu, mas não me derrubou.
-Err... Pos é, homem só faz merda mesmo, não podia esperar outra coisa. -Eu acho que não deveria ter dito isso, mas a fez rir de novo. Melhor do que nada.
-Haha, que tipo de maluco é você? Todo surrado, chega aqui em plena manhã para tomar um gole de cerveja preta, e faz piadinhas grotescas.
-Não fiz piadinhas grotescas, e a cerveja preta foi por conta da casa. Sabe como é né? Quanto a gente tá nadando na lama, tudo que vem de graça é uma benção.
-Verdade é também que o mendigo quando vê esmola demais desconfia né?
-É sim, mas... O que aconteceu? -Perguntei, tentando arrumar um bom assunto pra ficar perto dela, mesmo com aquela informação desafortunada ricocheteando como uma bola de pinball na minha cabeça.
-Você é o que? Tem pinta de escritor, ou de...
-Detetive?
-Isso! Tem toda uma pinta de Sherlock Holmes da vida.- Ok, por isso lá fora todo mundo lembra do cara com o chapéu ridículo quando se fala dos britânicos.
-Pos é, viva a Scotland Yard. Sempre me dizem isso, deve ser por causa do meu sobretudo.
-Sim, é um sobreudo muito estiloso, me empresta? -Perguntou ela, e eu óbviamente que me levantei e ofereci pra ela. Caguei naquela hora, esqueci que ele estava sujo de sangue, mas ela nem notou ao vestí-lo. Para minha sorte. Não queria perguntas fora inusitadas naquele momento.
-E então, acha que ficou legal?
-Sim, posso ficar com ele?
-Err... Pode ficar pra você, está velho mesmo. -Merda, eu deveria ter negado, aquele coisinha não me foi de graça.

Chego a conslusão que existem homens subimissos, homens exóticos, homens grossos, e John Constantine, que é hoje um homem idiota.

-Muito obrigada senhor- Ela me chamou de senhor.- você é muito gentil... Diferente da maioria dos caras. Pos bem, eu vou indo. Até mais ver John.
-Até mais ver.- Disse eu, enquanto observava ela deixar o recinto.

Como poderia eu John Constantine definir masculinamente isso? Falha épica. Mas isto foi antes d'eu avistar aquele recorte de jornal no balcão, Nele estava escrito: para John. Acho que era pra mim.

Perplexo peguei o papel, e nele havia um telefone. Torci para que foce o telefone dela, e também fiquei bastante feliz naquela hora, porém algo ainda picava minha nuca como um mosquito nervoso.. Era não era lésbica?

Foi uma noite turbulenta, eu estava ancioso, não dormi nada. Só conseguia lembrar o rosto daquela mulher, e também lembrar que ela não me disse seu nome. Eu queria correr e ligar para ela, por isso esperei amanhecer. Iria ligar não muito cedo, algo entre as onze horas e meio dia. O relógcio batia, tic, tac, tic, tac, era um som obliterador que entrava nos meus ouvidos, fazia meus tímpanos vibrarem enviando uma informação de desconforto ao meu cérebro que reagia com mais ansiedade. Parecia que eu estava lá auns três dias, meu coração acelerava de uma maneira bizarra, mas logo sem perceber eu apaguei. Quando acordei o dia já havia amanhecido. Agradeci ao sono por ter me atacado de tal maneira no momento que eu mais precisava. Levantei, tomeu o café da manhã, liguei o chuveiro e esperimentei os prazeres da água gelada caindo sob meus ombros. Vesti o melhor modelito de inverno que encontrei no armário. Infelizmente era outro sobretudo, um tanto parecido com aquele. É, eu nunca fui muito de variar na escolha das roupas, o que deixava meu armário com um certo teor "Turma da mônica".

Percebi que naquela noite não disse nenhuma palavra baixa. Não chinguei ninguém, não bati em ninguém, não agradeci sarcásticamente merda nenhuma que aconteceu na minha vida, nem senti vontade de fumar nem nada disso. Sabe, eu estava realmente feliz. Puta merda, não sabe o quanto isso me faz se sentir banana, pensei até em comprar um buquê de rosas.

Eis meu dilema: Pela manhã, em frente ao telefone, apaixonado por uma mulher que se diz lésbica se preparando para tomar um golpe bizarro mais uma vez. Está é minha vida, está é minha sina.

Peguei o telefone, disquei os números que estavam no papel com o coração na boca, torcendo para não acabar caindo em um chat sexual qualqur.

Chama...
Chama...
Chama...
Chama...
Chama... Estou ficando impaciente.
Chama...
Chama... Atenda pelo amor de Deus.
Chama...
Chama...
Chamou... Alguém atende. Acho que finalmente Deus ouviu as minhas preces.

-Alô?- Diz uma voz suave de mulher, a mesma do dia seguinte, a mesma que não saia da minha cabeça. Sim, era ela.

Fiquei mudo por um tempo. Aproximadamente, quinze segundos. Vendo que ela ameaçaria desligar eu vomitei um sorrateiro "alô."

-Oi- Ela respondeu- Quem fala? -Uma pergunta óbvia.
-Err.. Aqui é o cara de ontem, o Constantine. É que encontrei este papel na mesa, e pensei se poderia ser o seu telefone... Quer dizer, foi só uma suposição.
-Hum... Parece que você caiu na armadilha então garanhão.
-Garanhão?- Perguntei, assustado.
-Pensei que não foce ligar, mas mesmo assim você é do tipo apressado não é? Não nove e meia da manhã e você me acordou.

"Que merda John, que bola fora." Pensei comigo mesmo.

-Desculpe, desculpe. Eu juro que não rpetendia encomodar, quer dizer... Merda, desculpe.- Não me sentia invergonhado des de a sexta-série quando eu tive uma crise intestinal e acabei fazendo na sala mesmo. Ok, eu não devia ter contado isto.
-Não tropece seu idiota, que tal hoje mesmo, as oito da noite. Você paga.
-O que?- Sabe, acho que talvez ela realmente fosse promíssua, e que eu era adépto de entrar pra lista dos cornos. De novo.
-Você tem dois minutos para se decidir.- Não sou gago, mas me sinto tão ridículo quanto um.
-Por que não nos encontramos naquele mesmo lugar? Sabe, é que...
-Vai me convidar para um bar? Nossa, que divertido você é, mas eu aceito... Nos vemos então as oito.

Ela desligou na minha cara. É amigos, naquele momento eu tive vontade de dizer: Caralho! É mesmo o carma, eu sei que vou me fuder desta vez, está na cara, mas por que eu não consigo negar? Estou tão carente assim? Bem, de qualquer forma é melhor do que estar realmente brocha e por isso eu fui assim mesmo. Meus instintos masculinos me enganavam tentando fazer eu me sentir uma espécie de predador aquela noite, o macho dominante, o verdadeiro rei da selva. Ou seja: Um monte de merda, pos eu sabia que eu iria sair dali corno, ou corno manso. Pior ainda.


Chegando lá, encontrei o local como no dia anterior, porém parecia um tanto mais bonito. Eu havia perdido o pique, estava trasformado. De uma locomotiva, eu tinha transmutado automaticamente para um bicho preguiça. Engraçado como o ânimo some do nada, acabando com você, mas isto só aconteceu por que mesmo atrasado me vi sosinho. Ela não estava lá, então eu tinha três opções: Número um; por estar atrasado ela foi embora decepcionada pensando que eu sou um idiota. Razoável. Número dois; ela me deu um bolo, e eu ridículamente compareci com o mínimo de esperança no intuito de ter no mínimo uma conversa legal. Assutador não? E finalmente, número três: Ela estavamais atrasada do que eu. Finalmente, um ar de esperança.

Esperei por duas horas. Nada. Fiquei mais alguns minutos, esperando por ela, nada. Então resolvi prolongar a espera por mais uma hora. Nada. Fiquei deprimido, me senti um tanto abatido e derrotado, mas eu não tinha me desse apoio, então eu recorri a meu único amigo: Um copo de Whiskey e minha parceira mais fiel, a carteira.

Tomeu umas três doses, até que de-repente, após quatro horas de espera, quem eu vejo entrando por aquela porta. Ela. Estava vestindo um traje não muito sofiticado, porém elegante. Como sou um merda para reparar em roupas digo apenas que a jaqueta vermelha funcionava com a calça preta, feita de um tecido que deveria ser comentado, porém não faço a menor idéia do nome. Bem, moda não é a minha área.

Ela sentou-se do meu lado agindo como se não me conhecesse e pediu um drinque qualquer, não prestei atenção, estava olhando diretamente para ela, com uma postura um tanto metida, pos achei estranho a maneira natural como ela me ignorava. Esta gosta de jogar, o que é uma merda. Sou um péssimo jogador.

-Escuta, o que você pretende com tudo isso?- Perguntei, de certa forma irritado com a atitude dela.
-Desculpe John, eu estava ocupada... Espero que isto não te encomode.-Respondeu ela, como se me deixar quatro horas esperando em um balcão foce uma falta nada grave.
-Ocupada, com o que?
-Problemas, problemas... Eu tenho muitos, e você?
-Tenho centenas, mas prefiro não falar deles. Não foi para falar de problemas que eu vim aqui, preferia deixá-los de lado de vez em quando.
-A John, então para que você veio?
-Bem, eu vim por que eu queria te conhecer melhor, por que... Por que você chamou minha atenção, por isso.
-Hora John, mas eu disse que era lésbica...
-Sim, eu sei, não precisa me lembrar diso... Olha, por que está fazendo isso comigo?

(caso você pegue a hisória até aqui, aviso que pretendo continuar amanhã, pos infelizmente, meu tempo acabou e o dever me chama)
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Killua Zaoldyeck
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MensagemAssunto: Re: hellblazer apresenta: Chapeusinho vermelho.   Qui 3 Jul 2008 - 10:46

II lokão. . !

li soh ateh akew mas eu gostei bastante. haihai
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John Constantine
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MensagemAssunto: Re: hellblazer apresenta: Chapeusinho vermelho.   Qui 3 Jul 2008 - 23:44

Killua Zaoldyeck escreveu:
II lokão. . !

li soh ateh akew mas eu gostei bastante. haihai

É, infelizmente o meu texto não teve muita repercussão aqui no fórum, por isso eu resolvi não publicar a segunda parte, que por sinal ainda está escrita apenas até a metade.
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Kai
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MensagemAssunto: Re: hellblazer apresenta: Chapeusinho vermelho.   Qui 3 Jul 2008 - 23:48

Interessante até agora.
Eu li seus textos e são bons na minha opinião... Continue por mim :D

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Killua Zaoldyeck
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MensagemAssunto: Re: hellblazer apresenta: Chapeusinho vermelho.   Sex 4 Jul 2008 - 0:17

Intum continue por mim tbm. . .


*-*

^^ haihai
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jessica tm
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MensagemAssunto: Re: hellblazer apresenta: Chapeusinho vermelho.   Sab 12 Jul 2008 - 12:33

Adorei !!
Parabéns,continue assim.Espero que você possa continuar a História. haihai
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MensagemAssunto: Re: hellblazer apresenta: Chapeusinho vermelho.   Hoje à(s) 1:32

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hellblazer apresenta: Chapeusinho vermelho.
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